Comprando um Carro - Parte III
E a saga continua. Com minha lista de carros na mão, comecei a ponderar sobre as vantagens e desvantagens de cada um. E antes que essa série de posts termine, gostaria de deixar claro uma coisa: cada pessoa tem um gosto e uma preferência diferente para carros. O que é feio para mim pode ser lindo para outra pessoa, assim como o carro mais legal da minha lista pode não ser o top 1 da lista de muitas pessoas. Se você não consegue entender esse conceito, aconselho estudar um pouquinho sobre o verbete liberdade.
Eu tentei tirar fotos de todos os carros que vi, mas não consegui. Primeiro, porque sou um esquecido de marca maior, e simplesmente não tirei a câmera do bolso enquanto estava vendo o carro. Só me lembrava quando estava longe, e eu não voltaria só pra tirar fotos do carro. Depois, porque a lista nem ficou tão grande assim: tinha apenas três carros.
O primeiro era um Corsa 1.0 1999. O carro estava um pouco acima do valor de mercado, mas aparentava estar todo em ordem. Tirando algum risco aqui ou um amassado ali (esperado de um carro seminovo), estava até interessante. E foi exatamente este o problema dele: estava estranhamente interessante. O carro passava a impressão que não tinha problemas, mas não senti firmeza no seu olhar. É um sentimento absolutamente rídiculo, inexplicável e até certo ponto idiota. Mas é exatamente o que pode descrever o que aconteceu: não fui com a cara do carro. Fora que, dos três que estavam na lista, esse era o mais caro.
O segundo foi uma grande surpresa pra mim, e um paradoxo. Supresa porque o carro era de 2001 e não possuía um arranhão sequer. Nada. Absolutamente nada. Intacto. Esteticamente, o carro estava perfeito. Ou melhor, quase perfeito. Porque ele é branco! BRANCO! Eu ODEIO carro branco. Mas desse, especificamente, eu gostei. E aí vem a explicação do paradoxo. Me rendi aos encantos de um carro branco…
Ainda assim, ele estava no segundo lugar da lista por razões mecânicas. Por ser um veículo com 7 anos, ele estava muito rodado. Seu odômetro marcava 145 mil quilômetros, o que dá uma média de mais de 20 mil km/ano. É uma marca considerável. Além do fato que, hoje em dia, os motores dos carros são projetados para rodarem por aproximadamente 200 mil quilômetros. Depois dessa marca, inúmeros fatores contribuem para sua longevidade (ou não), entre eles a maneira de dirigir do motorista e as condições nas quais o carro foi utilizado. Por isso, ficou pra trás.
A primeira opção da lista, paradoxalmente, era um carro que eu não vi. Isso mesmo, o carro número 1 era apenas uma concepção até aquele momento. Me interessei pela descrição do carro dada pelo vendedor: ano 2000, com 77 mil km, única dona. Por ser um carro de mulher, possivelmente deveria ser mais conservado (exceção feita à embreagem hehehe). O preço dele era exatamente o que o mercado dizia ser justo, e as garantias da loja também eram atraentes.
Mas eu ainda precisava ver o carro. E disso falo no próximo post.
(continua…)
A história toda:
Comprando um Carro - Parte I
Comprando um Carro - Parte II
Comprando um Carro - Parte IV
Comprando um Carro - Parte V


2 palpites
agosto 10th, 2008
12:47 am
Sou sua fã… meu amor!
agosto 10th, 2008
12:05 pm
E aí, já comprou essa porra de carro, Bob?
Hahaha
Abração!
PS.1: carro branco pra mim é ambulância
PS.2: se você disser que carro vermelho é dos Bombeiros, eu te mando tomar naquele lugar… hahahaha
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